22. Jun, 2018

Alvarinho – Vale dos Ares.

Bom dia estimados amigos, hoje vou escrever um pouco sobre o vinho Alvarinho. Tomei esta decisão depois de estar a falar ao telefone esta manha, com uma pessoa muito querida da nossa família. Ela mencionou a feira do Alvarinho que se vai realizar em Monção no primeiro fim de semana de julho e a Luísa e eu ao mesmo tempo convidamos-lhe a vir ao Norte, passar uns dias conosco e assim aproveitávamos juntos para visitar a feira e provar alguns dos vários vinhos alvarinhos que vão estar expostos. Qual foi a minha supressa quando me disse que; como esta convalescente de uma recente operação não pode beber bebidas com gás. Nesse momento tenho a certeza que em vários cemitérios da região algumas sepulturas produziram um tremor quase parecido com os primeiros instantes de uma erupção vulcânica. Os primeiros produtores de alvarinho, já partidos de este mundo sentiram uma grande tristeza ao ouvir que alguém pensa que se introduz gás no vinho Alvarinho. Também tenho que dizer que é correto que certo nível de gaseificação é muitas vezes encontrado no vinho Alvarinho. Provêm da fermentação malolática e, em geral, da presença de dióxido de carbono. Esse gás é produzido durante a fermentação. Não é um defeito, nem faz mal a sua saúde quando presente no vinho. É um processo natural do vinho verde. O vinho Alvarinho é um Vinho Verde branco, de paladar fresco, de cor citrina e de aroma delicado. Tem carácter requintado e é, pela sua originalidade, considerada por muitos especialistas um dos melhores vinhos brancos do mundo. Agora que já esta claro que não existe gás introduzido artificialmente no vinho Alvarinho vou prosseguir com uma pequena explicação do vinho em si e da região da sua produção.