3. Jul, 2018

This posting is both in English and Portuguese

Is cooking the recipe for mental wellbeing?

Take mindfulness, creativity and a dash of focus. Fold together gently, bake in a slow oven and watch your spirits rise. Yes, your time spent in the kitchen can enhance your mood and promote mental wellbeing. While cooking is clearly a means to satisfy the body’s need for food, it’s increasingly being recognised as a way of nurturing the mind. A study in the International Journal of Humanities and Social Science looked at the therapeutic qualities of cooking as a hobby, including its reported ability to cause a dimmed sense of time and an altered sense of consciousness. The researchers found that the act of cooking improves a person’s wellbeing and is associated with life satisfaction. Additionally, they discovered that cooking was the best predictor of subjective happiness. For some, time spent in the kitchen engrossed in baking and cooking may be exactly the recipe needed for greater happiness and mental wellbeing. I feel gratitude for what I have in this life. I seek love, give love, ask for love and in cooking for those I love, I am giving them my appreciation, compassion, happiness, peaceful thoughts and love as ingredients. When I’m cooking, the world is a peaceful place, and my kitchen is where I want to be. Nonetheless, I’ve earned timeless lessons in patience to cook certain foods slower or at lower temperatures for optimal nutrition and flavour, discipline in cooking with ingredients that are better for our bodies and constructive criticism when the food just doesn’t come out the way I had expected. Cooking is my own form of free therapy: I’ve made some rather original and tasty meals with my continuous practiced craft, I love seeing everyone enjoy a freshly homemade meal: I get so used to cooking, that I sometimes forget “how good” some dishes really turn out, the smiling faces of my family or friends tell me that I’m doing something right. I’ve gotten much better at staying within a budget when grocery shopping, and understanding the value of purchasing more fresh and local products. By taking the steps to grocery shop, meal plan, and cook fresh for each meal, I’ve learned to be more responsible with my spending habits, seeing the value in everything: Seriously, I do see the value in every-thing. This is what makes me happy. It’s not just the eating. It’s the decision making, often spontaneous while I’m shopping. It’s the prep. It’s the doing, the chopping the slicing. It’s the aroma. And then, finally, it’s the eating. Between Luisa and I, we cook most of the food we eat, in our kitchen. By cooking food to nourish my body, I feel a connection keeping my spirit balanced, thus being more in tune with my purpose in life (I’m managing to be better and feel healthier).

Taking photos is a hobby of mine, and especially of delicious food: I guess by now, you should know that I am what you would call an “amateur photographer”. Something about visuals that just make my soul happy. I can always look back and remember the smells and feelings of how it was like cooking and eating any particular dish. When you look at a beautiful, vibrant garden, does it make you feel a certain way? Does it make you feel better than looking at a drought ridden garden? Do you feel more fluid and free when you are near an ocean? Does a home filled with endearing smells of fresh food, feel better than walking into one that is stale? Just think about these for a moment.

Farm chicken rice and vegetables: I love rice dishes! It is my favourite meal and ideal for lunch or dinner during week days. A meal full of nutrients, easy to digest and relaxing for the stress accumulated throughout the day. My aunt Fernanda used to make a delicious farm chicken rice with vegetables ... I tried to reproduce the same. It was very good I must say, but nothing that could come near hers. Of course I have to say that she was made hers with home raised chickens that she breed with lots of love and care and that the meal was cooked on a Wood Burning Cook Stove! This alone makes the recipe almost impossible to recreate in my modern kitchen. But when making this chicken rice, it was of my aunt Fernanda that I was thinking about ...Ingredients: 1 Farm Chicken of around 1,2 Kg, 1 Onion medium, 3 cloves of Garlic, 2 Garlic, 400 grams of mushrooms, 250 grams of green beans, chicken stock (previously made) 1 glass of white wine Alvarinho, 2 cups full of rice, extra virgin olive oil, salt to taste, coriander cut thin, parsley, Preparation: Season the chicken (previously remove the skin) and cut into pieces, with salt. Chop the onion and the garlic cloves and place in a large pot with the extra virgin olive oil. Allow to brown at medium heat. Cut the mushrooms into thin slices, then cut the green beans into smaller pieces, also the leek in thin slices, add to the onion and garlic. Introduce the chicken and let it brown a little. Add glass of the white Alvarinho wine and some of the chicken stock (previously made). Cover and let it cook for 15 minutes. Add the rice and cover with broth. Check seasoning and add the coriander. Cover until the rice is cooked. Pour into a terrine and sprinkle with parsley before serving. Enjoy the dish.

Será que cozinhar faz bem à saúde mental?

Tome plena atenção, foco e criatividade, incline-se gentilmente, leve ao forno lento e observe que se elevam o humor, a alegria e a disposição. Sim, o tempo que emprega na cozinha pode melhorar o seu humor e promover o bem-estar mental. Enquanto cozinhar é claramente um meio de satisfazer a necessidade de dar comida ao corpo, é cada vez mais reconhecido como uma maneira de nutrir a mente. Um estudo no International Journal of Humanities and Social Science, examinou as qualidades terapêuticas da culinária como um hobby, incluindo sua capacidade relatada de causar um senso de tempo obscurecido e um senso alterado de consciência. Os pesquisadores descobriram que o ato de cozinhar melhora o bem-estar de uma pessoa e está associado à satisfação com a vida. Além disso, descobriram também que cozinhar era o melhor preditor de felicidade subjetiva. Para alguns, o tempo gasto na cozinha absorto em confeccionar e cozinhar boa comida, pode ser exatamente a receita necessária para uma maior felicidade e bem-estar mental. Sinto gratidão pelo que tenho nesta vida. Procuro amor, dou amor, peço amor e na cozinha dou a todos o meu apreço, compaixão, felicidade, pensamentos pacíficos e amor como ingredientes. Quando estou a prepare comida, o mundo é um lugar tranquilo e a minha cozinha é onde eu quero estar. No entanto, já acumulei muitas lições atemporais de paciência para poder cozinhar certos alimentos com mais tranquilidade e com temperaturas mais baixas, para conseguir a nutrição e os sabores ideais. A disciplina culinária complementada com  ingredientes frescos e naturais, sem duvida são o melhor que podemos dar ao nosso  corpo. Sem duvida que críticas construtivas quando a comida simplesmente não sai bem são também necessárias. Cozinhar é minha própria forma de terapia livre: Faço algumas refeições bastante originais e saborosas utilizando dedicação e prática contínua, adoro ver todos que me rodeiam a desfrutarem de uma boa refeição caseira: como já estou tão acostumado a cozinhar, que às vezes esqueço "como são bons" alguns dos pratos que confecciono e ao ver os rostos sorridentes da minha família ou amigos, isso sim me desperta  e transmitem com o brilho nos olhos que estou fazendo algo certo.  Com o decorrer do tempo estou a ficar muito melhor no que diz respeito  a enquadrar dentro de um orçamento quando faço compras e compreendo o valor da compra de produtos mais frescos e locais. Ao dar os passos para fazer compras, planejar refeições e preparar pratos frescos para cada refeição, tenho aprendido a ser mais responsável com meus hábitos, comprovando o valor em tudo: sério, vejo o valor em tudo. Isso é o que me faz feliz. Não é só o comer. É a tomada de decisão, muitas vezes espontânea enquanto estou fazendo compras. É a preparação. É o fazer, cortar o corte. É o aroma. E então, finalmente, é o comer. Entre Luisa e eu cozinhamos a maior parte da comida que comemos, em casa, na nossa cozinha. Ao cozinhar a comida para nutrir meu corpo, sinto uma conexão que mantém meu espírito equilibrado, ficando mais em sintonia com meu propósito na vida (estou conseguindo ser melhor e me sentir mais saudável).

Fazer fotografia é outro hobby dos meus, e especialmente de comida deliciosa: eu acho que agora deveria confessar que sou o que se pode chamar um “fotógrafo amador”. Algo sobre recursos visuais que apenas fazem a minha alma feliz. Eu sempre posso olhar para trás e lembrar os cheiros e sentimentos de como era cozinhar e comer qualquer prato em particular. Há varias preguntas que eu gosto de fazer, por exemplo: Quando olha para um jardim bonito e vibrante, isso o faz sentir de certa maneira feliz? Dá-lhe uma melhor sensação do que olhar para um jardim seco e sem vida? Sentes-te mais fluido e livre quando estás perto do mar? Será que uma casa cheia de cheiros aromáticos de comida recém-cozinhada te faz sentir melhor do que entrar numa casa fechada com cheiros antigos? Acho que e bom pensar sobre isto por um momento.

Arroz de frango do campo e legumes

Adoro pratos com arroz! É a minha refeição predileta e ideal para o almoço o jantar durante os dias da semana. Uma refeição cheia de nutrientes, fácil de digerir e relaxante para o stress acumulado durante todo o dia. A minha tia Fernanda fazia um arroz de frango com legumes delicioso... Tentei reproduzir. Ficou muito bom, mas nada que chegasse aos calcanhares do dela. Claro que tenho de dizer que o dela era feito com frangos caseiros que ela criava com muito amor e carinho, e que era cozinhado num fogão de lenha! Só isto faz com que a receita seja quase impossível de recriar na minha casa. Mas ao fazer este arroz de frango, foi na minha tia Fernanda que pensei... Ingredientes: 1 Frango do campo 1,2 Kg, 1 Cebola media, 3 dentes de Alho, 2 Alho francês, 400 gramas de cogumelos, 250 gramas de feijão verde, Caldo de galinha (previamente confeccionado) 1 copo de Vinho branco Alvarinho, 2 chávenas cheias de arroz agulha, Azeite virgem extra, Sal  q.b, coentros q.b., Salsa q.b. Preparação: Tempere o frango (deve retirar a pele) e partido em pedaços, com sal. Pica-se a cebola e os dentes de alho e põe-se a alourar com azeite. Cortar os cogumelos em laminas finas,  cortar o feijão verde em pedaços e também o alho francês às rodelas finas, juntar à cebola e ao alho. De seguida adicionasse o frango e deixa-se alourar um pouco. Adiciona-se um copo de vinho branco Alvarinho e um pouco do caldo de galinha (previamente confeccionado). Tapa-se e deixa-se apurar por 15 minutos. Deita-se o arroz e se junta o restante caldo. Retifica-se os temperos e acrescentam-se os coentros. Tapa-se até o arroz cozer. Deita-se numa terrina e polvilha-se com salsa antes de servir. Bom apetite!

Como confecionar um de caldo de galinha com pouca gordura quo pode ser usado de diversas maneiras, como na preparação de sopas, de arrozes, de molhos e para realçar o sabor de pratos com legumes e verduras. Se pode prepare antes e se quiser, pode congelar o caldo de galinha. Ingredientes: uma galinha, 1 cebola grande, cortada na metade, 3 cenouras cortadas em pedaços pequenos, 3 talos de aipo,1 raiz de gengibre pequena, descascada e picada, Sal a gosto. Preparação: Numa panela grande, coloque a galinha corta em quartos. Acrescente água até cobri-la e deixe até que ferva. Reduza o fogo e deixe a galinha cozinhar durante uma hora. Retire a galinha da panela, mas mantenha a água. Quando a galinha estiver fria, deve desfiá-la e deixe a carne separada. Coloque os ossos e a pele do frango na água do cozimento. Adicione a cebola, a cenoura, o aipo, o louro, o gengibre e o sal. Coloque a panela a fogo baixo, deixando que cozinhe por mais o menos 3 horas. Use um passador fino, coe o caldo de galinha, deixando-o arrefecer. A carne d agalinha que foi separada pode ser usada em sopas, saladas, sandes ou da maneira que você quiser. Depois que o caldo de galinha esfriar, retire a gordura que se forma na superfície. Congele para utilizar noutra ocasião.

How to make a low-fat chicken broth that can be used in a variety of ways, such as preparing soups, rice’s, sauces and to enhance the flavour of dishes with vegetables. If you can prepare before and if you want, you can freeze the chicken broth. Ingredients: 1 chicken, 1 large onion, cut in half, 3 carrots cut into small pieces, 3 stalks celery, 1 small ginger root peeled and chopped, Salt to taste. Preparation: In a large pot, place the chicken cut into quarters. Add water until it is covered and let it boil. Reduce the heat and let the chicken cook for an hour. Remove the chicken from the pot, but leave the water. When the chicken is cold, you should shred it and reserve the meat. Place the bones and skin of the chicken in the pot together with the cooking water. Add the onion, carrot, celery, ginger and salt. Place the pot on low heat, letting it cook for about 3 hours. Use a thin strainer and strain the chicken broth, letting it cool. The chicken meat that had been reserved can be used later in soups, salads, sandwiches or any way you want. Once the chicken broth has cooled, remove the fat that forms on the surface. Freeze and use when required.

 

 

18. Jun, 2018

Os caminhos que me conduzem a confeccionar uma receita às vezes têm curvas e contracurvas. Na base, está sempre a comida reconfortante, a comida da memória, dos afectos, feita pela minha tia Fernanda . É inevitável esta influência, pelo menos para mim. Mas o que me leva a fazer uma receita muitas vezes deixa-me a pensar. A pensar na minha vida e de como gostaria que fosse interessante e cheia. Mas não é isso que todos nós pretendemos? Um dia, olharmos para trás e dizermos: "Eu vivi!". Será que fazemos alguma coisa ao acaso? As nossas escolhas são mesmo nossas? Às vezes parece-me que existem forças superiores que nos agarram as mãos e nos conduzem, como se estivéssemos de olhos vendados. Acho que não acredito no destino, mas há dias em que penso que nem tudo é fruto dos caminhos que escolhemos. Talvez existam forças invisíveis que nos dão pequenos empurrões e nos gritam em surdina: "Agora, por aqui ..." ou "Não, não, para aí não!".

A minha vida reflecte o modo como cozinho e o que cozinho é influenciado pela minha vida. Uma das comidas que adorava quando era jovem  era um arroz de coelho que a minha tia Fernanda  fazia. Que bom! Há uns tempos atrás a Luisa e Eu fomos jantar com um grupo de amigos a um restaurante perto da nossa casa em Monção, onde tive o privilégio de comer um arroz de coelho que não esqueci. Foi por estas duas influências que no fim-de-semana pasado decidi fazer esta receita. Às vezes quando se gosta muito de um prato, tem-se medo de destruir a memória que temos dele e, por isso, não arriscamos a confeccioná-lo, para que ele continue especial. É como certos locais que visitamos e nos marcaram, às vezes o melhor é não destruir a memória que temos deles. Mas com este arroz de coelho não foi o caso. Obra do destino? Ou das opções que fiz? Bem, todo este discurso metafísico deve ser influência de um film de magia que vi no otro dia. A vida com um pouco de magia, parece-me bem e mais interessante! 

Ingredientes: 1 coelho partido aos pedaços (aproximadamente 1Kg) 5 dentes de alho, sal e pimenta, 2 folhas de louro, 0,5L de vinho branco( Alvarinho) 1dl de azeite virgem extra, 1 cebola picada, 3 tomates maduros limpos de peles e sementes, 2 cenouras, 350g de arroz carolino, caldo de carne previamente preparado, coentros picados  para servir. Preparação: Deixar o coelho em vinha d´alhos durante 6 a oito horas ou até mesmo de um dia para o outro. Para isso, colocar o pedaços de coelho num recipiente com sal, pimenta, e 3 dentes de alho picadinhos, as folhas de louro e o vinho branco. Refogar a cebola no azeite virgem extra . De seguida adicionar o tomate e a cenoura cortado em pequenos cuadradillos . Deixar cozinhar um pouco e adicionar o coelho e um poco do caldo de carne. Tapar o tacho e deixar cozer o coelho. Adicionar o arroz carolino e juntar o caldo de carne e ir juntando conforme for necessário. Mexer de vez em quando e rectificar o sal. Assim que o arroz estiver cozido, servir polvilhado com coentros  picados.  Eu adoro o arroz de coelho com um pouco de caldo, malandrinho. Os pratos de arroz, típicos da nossa gastronomia, são excelentes quando acabados de confeccionar e seguirem logo para a mesa. Se esperarem por alguém, ficam secos, perdem a graça. Nessas alturas, não há magia que lhes valha! ;) Espero que gostes desta receita e “por favor” deixa um comentário na minha pagina. Obrigado.

 

The ways that lead me to make a recipe sometimes have diferente influences. Nevertheless at the base, there is always excellent comforting food, the food of memory of affection, especially the one  made by my Aunt Fernanda. This influence is unavoidable, at least for me. But what drives me to make a recipe often leaves me wondering. Thinking about my life and how I would like it to be interesting and full. But is not that what we all want? One day, one can look back and say, "I lived!". Do we do anything at random? Are our choices really ours? Sometimes it seems to me that there are superior forces that grab our hands and lead us, as if we were blindfolded. I think!  I do not believe in fate, but there are days when I think that not everything is the fruit of the paths we have chosen. Maybe there are invisible forces that give us little shoves and shout at us, "Now, this way ..." or "No, no, not there” all is possible. 

My life reflects the way I cook and what I cook is influenced by my life. One of the dishes  I loved when I was a young boy, was a rabbit rice my Aunt Fernanda used to make, it was wonderful ! Some time ago Luisa and I went to dinner with a group of friends at a restaurant near to our village in Portugal, where I had the privilege of eating a rabbit rice that I did really enjoy. It was due to both the above mention influences that last weekend I decided to make this rabbit rice. Sometimes when you are very fond of a dish, you are afraid of destroying the memory that we have of it, and so we do not risk making it, so that it remains special. It is like certain places that we have visited and have marked us, sometimes it is best not to destroy the memory that we have of them. But with this rabbit rice, this was not the case. Work of fate? Or the choices I made? Well, all this metaphysical thoughts  must be influenced by a film of magic  I watched the other day. Life with a little magic, it seems a lot more interesting!

Ingredients: 1 rabbit cut in pieces  (about 1kg) 5 cloves garlic chopped , salt and pepper, 2 bay leaves, 0.5L white wine (Alvarinho) 1dl extra virgin olive oil, 1 chopped onion, 3 ripe tomatoes cleaned without skins and seeds, 2 carrots, 350g of “carolino” rice, a pot of previously prepared meat broth, chopped coriander to serve. Preparation: Leave the rabbit in a marinade  for 6 to 8 hours or even overnight. Place the rabbit cut into pieces in a container with salt, pepper, 3 chopped  garlic cloves, bay leaves and white wine. Place a pot on the stove and Sauté the onion and slices of two garlic cloves,  in extra virgin olive oil. Then add the tomatoes and the carrots cut into small squares. Let it cook a little and add the rabbit and some of the previously prepped meat broth. Cover the pan and cook the rabbit. Add the “carolino” rice ( The carolino rice is a long grain rice, which is distinguished from grain rice for its shorter length and the pasty appearance when cooked.) add a enough meat both to cover all ingredients, keep adding if necessary. Stir  from time to time and rectify the salt as required. Once the rice is cooked, serve and sprinkled with chopped coriander. I love the rabbit rice with some broth, “ malandrinho”. The rice dishes, typical of Portuguese gastronomy, are excellent , but when cooked it must be taken  straight to the table. If you have to wait for someone, it will get dry and  loses its grace. At this point, there is no magic that can repair the damage ! ;) I hope you enjoy this fantastic dish and please don’t forget to leave a comment on my page. Thank you

12. Jun, 2018

Já temos visto várias receitas de “arroz de bacalhau”, mas faltam-lhes alguns “segredos” que só quem cresceu dentro de cozinhas portuguesas acaba por aprender. O bacalhau, alimento dos pobres até o século passado, recentemente tem se tornado até uma iguaria de requinte e cara. Prato típico em toda a Peninsula Iberica, o bacalhau é um dos produtos mais consumidos do mundo. Dono de uma história muito interessante ganhou admiradores de todos os lugares. Os pioneiros na descoberta deste peixe foram os vikings, já que era farto nas águas em que navegavam. O fato dos vikings ficarem meses viajando, foi o resultado de um processo para manter o alimento conservado. Como naquela época eles não conheciam o sal, limitavam-se a secar o peixe ao sol e assim consumir aos poucos sem o risco de estragar. Já na costa espanhola, o peixe começou a passar por um processo de salga e secagem nas rochas. Os bascos conheciam a técnica da salga e começaram a comercializar o bacalhau salgado e associa-se ao bacalhau salgado a ter possibilitado as grandes descobertas, pois era a base alimentar dos marinheiros nas naus portuguesas e espanholas. O método de salgar e secar o alimento, além de garantir a sua perfeita conservação mantinha todos os nutrientes e melhorava o paladar. Pode ser estranho, mas a verdade é que o bacalhau não é um peixe, ele pode ser vários peixes. Por mais que seja complexo e novidade para muitos, é simples de compreender: para se obter um bacalhau, existe um processo que é resultante da salga e secura de alguns peixes específicos, e que irão originar o verdadeiro bacalhau. Ou seja, o bacalhau fresco na teoria não existe, na pratica é apenas um peixe comum, sem o sabor marcante. Esse sabor marcante é o resultado da cura e da secagem. Como todo prato, o bacalhau também tem o seu segredo: nunca ferva. Seja qual for a receita, a fervura derrete a gordura que envolve as fibras do bacalhau, e isso tira a maior parte do sabor agradável e marcante que ele tem, ficando apenas fibras secas e escuras.

We have already seen several recipes for "cod rice", but they lack some "secrets" that only those who grew up in Portuguese kitchens end up learning. Cod, the food of the poor until the last century, has recently become even a delicacy of finesse and cost. A traditional dish throughout the Iberian Peninsula, cod is one of the most consumed products in the world. Renown for its interesting history cod has secured admirers from all over the world. The pioneers in the discovery of this fish were the Vikings, since it was abundant in the waters in which they sailed. The fact that the Vikings spent months traveling was the result of a process to keep the food preserved. At that time they did not know the existence of salt so they simply dried the fish in the sun in order to be consumed little by little without the risk of spoiling. Nevertheless on the Spanish coast, the fish began to undergo a process of salting and drying on the rocks. The Basques knew the technique of salting and began to commercialize the salted cod. History tells us that salted cod made possible the great discoveries, because it was the staple diet of the sailors in the Portuguese and Spanish ships. The method of salting and drying the food, in addition to guaranteeing its perfect conservation maintained all the nutrients and improved the palate. It may be strange, but the truth is that cod is not one fish, it can be several fish. However complex and novel it may be for many, it is simple to understand: in order to obtain cod, there is a process that results from the salting and dryness of some specific fish, which will give rise to true cod. That is, fresh cod in theory does not exist, in practice it is just an ordinary fish, without that specific taste. This remarkable taste is the result of curing and drying. Like every dish, cod also has its secret: never boil. Whatever the recipe, boiling melts the fat that surrounds the cod fibres, and this takes away most of the good and striking flavour it is renown for, leaving only dry and dark fibres.

Ola queridos amigos gostam de bacalhau e querem preparar uma receita simples e saborosa? Experimentem este arroz de bacalhau com camarão e o sabor agradável de pimentos e tomate! De fazer crescer água na boca… Ingredientes: Três postas de bacalhau previamente demolhado (cerca de 800 gramas), 300 gramas de camarão, 50 ml de azeite virgem extra, 250 gramas de arroz, 1 cebola média, 1 folha de louro, 3 dentes de alho, pimenta (a gosto), 1/2 pimento amarelo, 1/2 pimento vermelho, 1/2 pimento verde, 3 tomates médios maduros,1 molho de coentros, sal (a gosto). Preparação: Coloque o bacalhau numa panela com água e deixe ferver em fogo médio-alto. Quando começar a ferver, reduza para fogo baixo e deixe cozer cerca de 6 minutos. Quando o bacalhau estiver cozido, retire da panela e deixe arrefecer um pouco. Retire a pele e as espinhas, corte o bacalhau em cubos pequenos com uma faca bem afiada. Usando a mesma água de cozer o bacalhau, deixe ferver novamente e introduza os camarões e deixe cozer durante 2 minutos, retire e quando os camarões estiverem frios, retire as cascas e a cabeça. A água será usada para adicionar ao cozinhar o arroz. Coloque o azeite vrgem extra, a cebola picada e o alho picado em uma panela e refogue em fogo baixo até a cebola começar a ficar levemente dourada. Adicione os tomates descascados cortados em pedaços pequenos junto com os pimentos cortados em tiras e cozinhe até que os tomates comecem a desfazerem-se, mexendo ocasionalmente. Adicione o bacalhau e tempere com um pouco de pimenta. Mexa e cozinhe cerca de cinco minutos. Em seguida, adicione o arroz e tempere com um pouco de sal. Mexa, despeje a água anteriormente reservada (duas vezes o volume de arroz) e deixe ferver em fogo médio-alto. Quando começar a ferver, reduza para fogo baixo e cozinhe por cerca de 10 a 12 minutos. Pouco antes de desligar o fogo adicione camarão e os coentros, sirva assim malandrinho e em seguida. Espero que gostem muito deste maravilhoso prato por favor deixe um comentário na minha página, obrigado..

Hi everyone, do you like cod and want to prepare a simple and tasty recipe? Try this cod fish rice with prawns and the pleasant taste of peppers and tomato! Mouth-watering…Ingredients: 3 desalted cod steaks (about 800 grams), 300grams of prawns,  50 ml extra virgin olive oil, 250 grams rice, 1 medium onion, 3 cloves of garlic, 1 Pepper (to taste), 1/2 yellow pepper, 1/2 orange pepper, 1/2 green pepper, 3 medium ripe tomatoes, Salt (to taste). Preparation: Place the cod in a pot with water and bring to boil over medium-high heat. When starts boiling, reduce to low heat and cook about 6 minutes. When the cod is cooked, remove from pot and let cool slightly. Remove the skin and bones cut the cod with a sharp knife in small squares. Using the same water were the cod was cooked bring to  boil again and introduce the prawns and cook for 2 minutes, remove and when prawns have cooled down remove shells and head. The water will be used to add when cooking the rice. Place the extra virgin olive oil, the chopped onion and the chopped garlic in a saucepan and sauté over low heat until the onion start to turn slightly golden. Add the peeled tomatoes cut into small pieces together with the peppers cut into strips and cook until the tomatoes start to break down, stirring occasionally. Add the cod and season with some pepper. Stir and cook about five minutes. Then, add the rice and season with a little salt. Stir, pour the previously reserved water (twice the rice volume) and boil over medium-high heat. When starts boiling, reduce to low heat and cook about 10 to 12 minutes. Just before turning off the heat add prawns and serve immediately. I hope you enjoy very much this wonderfull dish. please leave a coment on my page, thank you.

7. Jun, 2018

Esto pescado también es conocido como róbalo. Es un pescado blanco o semigraso según la época del año, y de agua salada. Pertenece a la familia Percichthydae. Habita en las costas rocosas de los arenales, las desembocaduras de los ríos, en puertos, dársenas, pantalanes y escolleras. Se acerca a la costa en los meses de calor. Vive en profundidades de 10 a 15 metros. Los especímenes jóvenes viven en bancos relativamente grandes, mientras que los de más edad forman pequeños grupos o se vuelven solitarios. Devorador insaciable, con su boca hendida, suele alimentarse de pequeños crustáceos y quisquillas, gusanos, peces, erizos de mar y otros animales marinos. De ahí su sabor sutil y refinado. Deriva su nombre del latín lupus, lobo, por ser, como este animal, depredador y carnicero, muy voraz y que ataca rápido a sus presas. Los romanos la consideraban uno de los pescados más nobles. Resulta curioso que, hasta hace bien poco, nuestra cocina no le había dado la importancia que merece. Actualmente, la lubina se está prodigando, siendo plato obligado en cualquier restaurante que se precie, tanto en España como en Portugal. En el país vasco seguramente fue Pedro Subijana, con su espléndida lubina a la pimienta verde, quien borró su etiqueta de pescado de enfermos, allá por los años 1977 y 78. Y empezó a tratarse su carne blanca y firme con nuevos sabores: azafrán, hinojo, pimienta verde, tomillo, calvados, algas, salvia, menta, txakoli, estragón...Tiene renombre internacional la cocción en papillote, preparación que fue inventada por el cocinero del Papa León III (s. VIII) y que fue servida en la coronación del emperador Carlos Magno. En tiempos más recientes, una de las grandes versiones de Paul Bocusse fue la lubina hojaldrada. También derrocha gusto asada entera o en lomos al honor, con aceite y hierbas aromáticas. Normalmente andan en parejas, y está comprobado que cuando se pesca una, el compañero anda días enteros buscándola antes de alejarse. Es el plato típico del menú navideño de muchos hogares. La lubina representa el plato principal, preparada según la costumbre de cada región, pero según la tradición se presenta con costra de sal y asada en el horno. Es una especie que se cría en piscifactorías. La producción anual de lubina de cultivo en Europa se sitúa sobre las 100.000 toneladas anuales.

Seabass

This fish is also known as snook. It is a white meat salt water fish and classified as a lean or less “faty” fish, depending on the time of year it is caught. It belongs to the Percichthydae family. The seabass inhabits the rocky shores also sandy parts of river mouths, ports, docks, jetties and piers. It normally approaches the coast in the hotter months, lives in depths of 10 to 15 meters. Young specimens live in relatively larger shoals, while older specimens form smaller groups or become solitary. The seabass is known to be an insatiable devourer, with its split mouth, usually feeds on small crustaceans and shrimps, worms, fish, sea urchins and other marine animals. Hence it’s subtle and refined taste. It derives its name from the Latin lupus, wolf, for being, like this animal, predator and butcher, very voracious that attacks its prey quickly. The Romans considered it one of the noblest fish. It is curious that, until recently, our kitchen had not given it the importance it deserves. Currently, the sea bass is lavishing, being a must in any restaurant that boasts, both in Spain and Portugal. In the Basque country it was probably Pedro Subijana, (basque famous chef) with his splendid sea bass with green pepper, and thus removing once and for all its label of fish suitable for hospital diets, back in 1977. The seabas firm white flesh began to be treated with new flavours: saffron, fennel, green pepper, thyme, calvados, seaweed, sage, mint, white wine, tarragon ... The papillote cooking is internationally renowned, preparation that was invented by the cook of Pope Leo III (8th century) and was served in the coronation of Emperor Charles the Great. In more recent times, one of the great versions of Paul Bocusse was the seabass prepared in puff pastry. It’s also very delicious when oven roasted, or filleted and prepared with extra virgin olive oil and a touch aromatic herbs. Normally they swim in pairs, and experienced fishermen say that when fishing one, the companion searches for days for the missing partner before leaving the area. It is the typical dish  served at many homes forming part of the Christmas dinner. The sea bass represents the main course, prepared according to the custom of each region, but according to tradition it is presented with salt crust and roasted in the oven. It is a species that is raised successfully in fish farms. The annual production of farmed seabass in Europe is over 100,000 tonnes per year.

Lomos de lubina a la plancha con mejillones y vegetables

Otra idea genial para cocinar la lubina, además deciros que es un plato ideal para cenas formales y elegantes. Además es muy rápida de hacer porque la lubina no va al horno, va a la plancha y los mejillones también estarán listos en unos 6 minutos. Una lubina fresca tiene que tener la carne firme, las escamas bien adheridas a la piel y los ojos brillantes y saltones. Además, el color plateado del vientre será más intenso y brillante cuanta más fresca sea.

Ingredientes: 2 filetes de lubina de 200 g cada uno,12 mejillones,1 punta de guindilla,1 diente de ajo, 20 ml de vino blanco, Sumo de medio limón, agua, aceite de oliva virgen extra, sal y pimienta, hierbas aromáticas ( cilantro, perejil, cebollín). Preparacion; Comenzamos a cocinar estos riquísimos lomos de lubina, poniendo una plancha al fuego. La untamos con un poquito de aceite y esperamos hasta que esté caliente. En ese momento, acomodamos el pescado, los salpimentamos, y los regamos con un poquito de zumo de limón. Dejamos que coja color por el primer lado, y después, le damos la vuelta y lo dejamos hacer por la otra cara (cuidado de no hacerlo demasiado, cuanto más hecho esté, más seco nos va a quedar el pescado). Una vez tengamos los lomos de lubina asados a nuestro gusto, los regamos con hilito de aceite, retiramos la plancha del fuego y ponemos en el plato. Al mismo tiempo que estamos preparando la Lubina, se Introduce la punta de la guindilla y el ajo en una cazuela con un chorrito de aceite de oliva virgen extra. Añade los mejillones (previamente limpios en agua y con la barba y impurezas retiradas). Vierte el vino y tapa. Deja cocer hasta que se abran los mejillones. Retira la carne y los desplazas junto al lomo de la lobina en el plato Sirve los mejillones con un poco de su caldo, pon encima dos trocitos de lubina y los servimos con los vegetales que más nos gusten. Espero que disfrutes mucho de este plato y no te olvides de dejar tus comentarios en mi página.

Grilled sea bass with mussels and vegetables.

Another great idea to cook seabass also let me tell you that it is an ideal dish for formal and elegant dinners. It is also very quick to prepare because the sea bass will be cooked on the grill and the mussels will also be ready in about 6 minutes. A fresh sea bass must have firm flesh, scales well attached to the skin and bright, bulging eyes. In addition, the silver colour of the belly will be more intense and bright the fresher it is.

Ingredients: 2 fillets of sea bass of 200 g each, 12 mussels, 1 tip of chilli pepper, 1 clove of garlic, 20 ml of white wine, juice of half a lemon, water, extra virgin olive oil, salt and pepper, aromatic herbs (coriander, parsley, chives). Preparation: Begin to cook this delicious seabass; by placing a big size frying pan on the stove (you can use also an electrical grill). We anoint it with a little extra virgin olive oil and wait until it is hot. At this time, we introduce the fish, season with salt and pepper also with a little lemon juice. Allow the flesh to reach a bit of colour on one side, then, turn it around and allow to grill for the same time as before on the other side (be careful not to overcook it, the more it is cooked, the drier the fish will be). Once we have the sea bass grilled to our liking, drizzle with a little thread of extra virgin olive oil, remove from the heat and place on to a plate. At the same time that we are preparing the sea bass, take a tip of a chilli, the garlic and introduced in a casserole, drizzle the bottom with extra virgin olive oil. Add the mussels (previously cleaned in water and with the beard and impurities removed). Pour the wine and cover. Let it cook until the mussels open. Remove the mussels from shells and place next to the seabass on the plate Serve the mussels with a little of their broth, also on top of the seabass and accompany with the vegetables that you prefer best. I hope you enjoy this dish and do not forget to leave your comments on my page.

14. May, 2018

Beneficios de los berberechos, e información sobre las diferentes propiedades nutricionales que aportan estos deliciosos moluscos o mariscos, únicos y exquisitos. Los berberechos son una familia de moluscos bivalvos comestibles, que se convierten en uno de los más conocidos junto con las almejas y los mejillones, y de la cual se conocen cerca de 200 especies. Se convierten en una comida realmente popular no solo en España y Portugal, sino también en el Reino Unido, donde se comen en vinagre o en comidas tipo snack. En España, ¿qué sería de la popular paella de marisco sin berberechos? Como ya la mayoría de los mariscos, desde un punto de vista nutricional los berberechos destacan sobre todo por su bajísimo aporte de grasas y por tanto de calorías. De hecho, 100 gramos de berberechos aportan apenas 1 gramo de grasa y 82,60 kilocalorías. No obstante, dependiendo del método de cocción escogido y del producto en sí este contenido graso y calórico puede aumentar (por ejemplo, en caso de berberechos en aceite o en escabeche). Aportan una interesantísima cantidad en proteínas de alto valor biológico o de buena calidad, por lo que contienen todos los aminoácidos esenciales. Además, son fácilmente digeribles. Respecto a su contenido en minerales, destaca en especial la presencia de hierro, aportando más cantidad incluso que 100 gramos de carne de vaca (que aportan sólo 5 miligramos). Por su altísimo contenido en hierro, los berberechos son interesantes a la hora de prevenir o tratar la anemia ferropénica, convirtiéndose así en un buen alimento frente a la anemia por falta de hierro. También aporta vitamina B12, cuya carencia provoca anemia perniciosa. Además, es una vitamina esencial para el sistema nervioso, así como para el síntesis de la hemoglobina. Son adecuados en die n dietas de adelgazamiento no solo por su bajo contenido calórico y graso, sino también por sus diferentes cualidades nutricionales, al ayudar a prevenir estados carenciales tan comunes cuando se siguen este tipo de dietas.

Berberechos al vapor con salsa de hierbas aromáticas. En el mundo más grande de los mariscos, los berberechos se pasan por alto fácilmente. Estos moluscos del tamaño de una moneda son diminutos en comparación con las almejas, los mejillones y sus otros parientes bivalvos, pero a pesar de todo son apreciados por su buen sabor. Se pueden ver fácilmente en el mostrador  de vuestro pescadero, se parece mucho a una pequeña almeja pero con una cáscara distintiva, profundamente surcada. Ingredientes: berberechos 500 gramos (para dos personas), 1/2 vaso Vino blanco, Pimienta negra en grano, Para la salsa: 2 cucharas de aceite de oliva vírgin extra; 2 chalota, 1 diente de ajo, jengibre fresco (rallado al gusto) albahaca, cilantro, perejil ( hojas frescas). Preparacion: Normalmente encontrarás ya berberechos que vienen limpios, pero si note fías mucho deja el berberecho en agua fría con sal para que pierda la arena. Luego se pasa por el grifo de agua fría para terminar de repasarlo. Así te aseguras de no encontrarte ni un grano de arena. Añade medio vaso de agua a una cazuela, mete los berberechos, el vaso de vino y los granos de pimienta negra. Se tapa la cazuela y pon fuego medio. Ve observando que los berberechos se vayan abriendo. Cuando el berberecho está abierto ya está listo. Ahora toca preparar la salsa. No tires el caldo de la cocción del berberecho. Pica las Chalotas en brunoise, es decir bien picadita. En una sartén con unas cucharadas de aceite de oliva virgen extra pon la cebolla a pochar. Cuando la cebolla esté bien pochada añade 1/2 vaso de vino blanco  y sube el fuego para que se evapore el alcohol. Pasados un par de minutos añade 1/2 vaso del caldo de la cocción de los berberechos y añade las hierbas aromáticas que más te gusten y la jengibre fresca rallada. Yo ha utilizado ajo, albahaca fresca, cilantro, perejil que le van a dar un toque muy fresco y diferente a estos berberechos al vapor con salsa de hierbas. Deja que de un hervor y retira del fuego para que los ingredientes inficionen.Por favor deja un comentario en mi pagina.

Berbigão cozido ao vapor com molho de ervas aromáticas. No grande universo do marisco, os berbigões são facilmente esquecidos. Esses moluscos do tamanho de uma moeda são minúsculos se comparados com as amêijoas, mexilhões e outros parentes bivalves, mas são muito apreciados pelo seu bom gosto. Podemos facilmente identifica-los na banca do da peixaria. São muito parecidos com um molusco pequeno, mas com uma concha distintiva, profundamente sulcada. Ingredientes: berbigão 500 gramas (para duas pessoas), 1/2 copo de vinho branco, pimenta preta, para o molho: 2 colheres de azeite extra-virgem; 2 cebola, 1 dente de alho, gengibre fresco ralado, manjericão, coentro, salsa (folhas frescas). Preparação: Normalmente vais encontrar amêijoas e mexilhões que vêm já limpos para cozinhar, mas eu aconselho sempre deixar o berbigão em água fria com sal para perder a areia mais o menos umas 3 horas. Depois passa por agua fria a correr da torneira, para terminar de limpar. Desta forma as probabilidades de encontrará areia nos berbigões são reduzidas. Adicione meio copo de água e meio copo de vinho branco numa caçarola, coloque os berbigões, e os grãos de pimenta preta. Cubra a caçarola e coloque a fogo médio. Os berbigões começam a abrir e quando estejam todos abertos, está pronto. Agora é hora de preparar o molho. Reserve o caldo de cozer o berbigão. Corte as chalotas em brunoise, isto é, bem picada. Em uma panela adicione duas colheres de sopa de azeite extra virgem e coloque a cebola a refogar. Quando a cebola estiver já bem douradinha, adicione 1/2 copo de vinho branco e suba o fogo para evaporar o álcool. Depois de alguns minutos, acrescente 1/2 chávena do caldo de cozer os berbigões e acrescente as ervas aromáticas mais apreciadas por si e a gengibre fresca ralada. Eu usei alho, manjericão fresco, coentro, salsa que vai dar um toque muito fresco e diferente para estes berbigões cozidos com molho de ervas. Deixe ferver e retire do fogo para que os ingredientes terminem de adquirir todos os diferentes saboreres. Por favor deixa um comentario na minha pagina Obrigado.

Steamed cockles with an aromatic fresh herb sauce. In the larger universe of seafood, cockles are easily overlooked. These molluscs, the size of a coin are tiny compared to clams, mussels and their other bivalve relatives, but they are still appreciated for their delicious taste. They can be easily be found at the counter of your fishmonger, it looks a lot like a small clam but with a distinctive, deeply furrowed shell. Ingredients: cockles 500 grams (for two people), 1/2 glass White wine, Black peppercorns, For the sauce: 2 spoons of extra virgin olive oil; 2 shallots, 1 clove of garlic, grated fresh ginger, basil, coriander, parsley (fresh leaves). Preparation: Normally you will find cockles that are clean of all sand etc., but if you are no sure, place the cockles in cold water with salt for about 3 hours this will allow for all the last bits of grains of sand to be washed out. Then under the running cold water tap you can review and insure that all sand is gone. Add half a glass of water and half a glass of white wine to a casserole; place the cockles, and some grains of black pepper. Cover the casserole on medium heat. You can see that the cockles are opening. When the cockles are open this step is ready ready. Now it's time to prepare the sauce. Do not throw away the broth where the cockles were cooked. Slice the Chalotas in brunoise, that is; chopped very thin. In a sauce pan add two tablespoons of extra virgin olive oil put the onion to poach. When the onion is well poached add 1/2 glass of white wine and raise the heat to evaporate the alcohol. After a couple of minutes add 1/2 cup of the cockles broth add the aromatic fresh herbs that you like and the grated fresh ginger. I have used garlic, fresh basil, cilantro, parsley, this will give a very fresh and different taste to these steamed cockles on a with herb sauce. Let it boil and remove from the heat for the ingredients to bind allowing a fantastic aroma when you taste them. Please do not forget to leave a comment on my page, thank you very much.